Ódio – Parte 2

Esta é a continuação do texto Ódio. Se não leu ainda, vai logo, criatura odiosa! Desta vez o clima pesou. Não me responsabilizo por um suposto ataque frutífero!

E como eu odeio todas as bandas e grupos de forró e brega! Que por sinal fazem muito sucesso em todo norte-nordeste. Tenho verdadeira aversão mesmo! Queimem vivos no inferno! Sou pernambucana nascida e criada em Recife até os 12 anos (quando vim para o Rio de Janeiro), mas frequentadora assídua desta cidade linda até meus 19 anos. Para a maioria do pessoal de lá (parentes e amigos) este meu ódio é uma tremenda contradição.

Forró Cueca Roxa

Sem comentários.

Odeio funk e todas as suas letras, que para piorar só falta enaltecer o incesto e a zoofilia, por exemplo.

Odeio a pedofilia. Todos esses seres abomináveis deveriam ter mãos, línguas e pirus cortados, além de muitos cabos de vassouras enfiados no cu várias vezes! No entanto, grande parte dos pais não sabe mais criar suas crianças como crianças. Fazem de suas filhas mini-adultas, que se maquiam, usam salto e deixam de brincar de boneca o quanto antes.

Não esqueceram

Não esqueceram de mim!

Odeio ter que sair na chuva. E como isso me deixa mal-humorada! Sair de guarda-chuva, ficar com a barra da calça molhada…

Doutor

Preconceituoso? Eu?

Odeio pessoas “pré-conceituosas”, que julgam sem ao menos saber, entender ou vivenciar um assunto. Certa vez num estágio muito importante que fiz, a discussão era sobre HIV e as pessoas usavam a expressão “aidético (a)”. Quando coloquei-me contra este termo altamente pejorativo, o supervisor e uma das estagiárias não concordaram. Ela até rebateu dizendo: “- Ué! Mas se eles tem AIDS, são aidéticos. Vamos chamar de quê?” Respondi: “- Soropositivos, portadores do vírus HIV, imunodeprimidos, portadores da SIDA, etc.” Apesar de não ter concordado, meu supervisor respeitou. Já a estagiária continuou repetindo o termo, só que com ar de deboche. Bem mais irritada dei o simples exemplo (baseado numa das filhas do supervisor que é “especial”): – É a mesma coisa se eu chamasse uma criança com Síndrome de Dawn de “mongoloide”, “lerda”, etc. Adjetivos preconceituosos, mas que não fogem muito da realidade delas. Existem outros nomes: portadores de necessidades especiais, da Síndrome de Dawn, da trissomia do cromossomo 13, etc. Não é legal chamar alguém de “mongoloide”, assim como não é legal dizer que alguém é “aidético”. Além disso, AIDS é uma sigla e não pode ser substantivada.

Odeio pessoas que se fazem de criança em público. Geralmente mulheres, cheias de pentelhos e que dão igual a chuchu na serra! Isso me irrita profundamente. Dá vontade de cobrir na porrada! É legal fazer esse tipo de brincadeira com namorado (a), pai, mãe, etc., mas em particular e não entre amigos, na frente de todos e o tempo todo. Prefiro aquelas promíscuas assumidas às que tentam se fingir de santinha.

Crianças

Santa que é uma beleza!

Odeio os “viados”, mas sem preconceitos aos homo, bissexuais e afins. Digo “viado” àquelas pessoas escrachadas, sem respeito e completamente descaradas que ridicularizam seus adeptos respeitosos. E não precisa ser homossexual para ser “viado”.

Acho que causarei algumas polêmicas mas é a mais pura verdade!

Aguardem o desfecho.

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